Tecnologia da editora
Integrações nativas que mudam o jogo.
Construímos um sistema raro entre editoras brasileiras: conexão direta com Spotify, Beatport, Abramus (via API e padrão DDEX MWN) e ZapSign. O artista deixa de preencher formulários e planilhas; a editora puxa os dados das fontes oficiais e cuida do resto.
Spotify
Conexão direta com o catálogo do artista no Spotify. Lançamentos, ISRCs, capa e metadados são lidos automaticamente; o autor só revisa e confirma.
- Importação automática de releases
- Sem digitação manual de metadados
- Atualização contínua do catálogo
Beatport
Integração com o Beatport para puxar lançamentos do nicho eletrônico, com ISRC, label e split de produção quando disponível.
- Catálogo eletrônico completo
- Cruzamento com ISRCs do Spotify
- Identificação de remixes e edits
Abramus Digital (API + DDEX MWN)
API direta com a Abramus Digital pra envio de obras e leitura dos fonomecânicos digitais, usando o padrão internacional XML DDEX MWN (Music Works Notification). A Abramus Digital é a primeira empresa da América Latina membro do consórcio DDEX — usado por DSPs (Spotify, Apple Music, YouTube) e administradores digitais pra trocar dados de obras e relatórios de uso. É por essa via, somada ao processamento da BackOffice Music Services, que chegam os fonomecânicos digitais que a editora processa e repassa ao autor.
- Cadastro de obras enviado em XML DDEX
- Resposta e status acompanhados em tempo real
- Padrão internacional, não planilha manual
ZapSign
Contratos assinados digitalmente via ZapSign, com validade jurídica e timeline auditada. Sem papel, sem ida ao cartório.
- Assinatura eletrônica com validade jurídica
- Notificações automáticas ao signatário
- Cópia auditada arquivada na editora
Padrão DDEX MWN
DDEX (Digital Data Exchange) é o padrão XML adotado mundialmente para troca de dados de obras musicais entre gravadoras, distribuidores, sociedades de gestão coletiva e editoras. MWN (Musical Work Notification) é a especificação para notificação de obras.
Não é planilha
Comunicação máquina-a-máquina, sem erro de digitação ou versão obsoleta.
Adoção global
Mesmo formato usado por grandes labels, distribuidores e editoras internacionais.
Cadastro mais ágil
Envio direto, status acompanhável e retrabalho próximo de zero.
Por que isso importa na prática
Essa stack não é vitrine. É o que separa um cadastro que rende de um cadastro que vira obra órfã.
Menos obra órfã
DDEX MWN padroniza metadados na origem, reduzindo divergência de título, ISWC e split entre a editora e a sociedade.
Menos erro humano
O ingest automático de Spotify e Beatport lê ISRC, capa e participantes na fonte oficial, sem digitação manual.
Cadastro mais ágil
A API direta com a Abramus elimina o gargalo de planilha e e-mail que ainda é padrão na maioria das editoras brasileiras.
Como você recebe os royalties
A parte autoral do streaming se divide em duas frentes — uma chega direto na sua conta, outra passa pela editora.
Execução pública (~3%)
ECAD → Abramus → você (direto). A editora só cadastra a obra — o dinheiro vai pra sua conta sem escala.
Fonomecânico digital (~9%)
DSPs → BackOffice Music Services → Abramus Digital → Artista Jurídico → você via PIX. É a fatia que a editora arrecada, processa, rateia e paga, com extrato por DSP e por obra no portal.
Alcance internacional
Abramus e Abramus Digital, juntas, representam seu repertório em mais de 180 países e territórios, chegando a +200 territórios quando somadas as frentes autoral, conexos e digital, pelas principais confederações internacionais:
CISAC
Confederação Internacional de Sociedades de Autores e Compositores.
SCAPR
Sociedades de gestão de direitos conexos no mundo.
FILAIE
Federação Iberolatinoamericana de Artistas Intérpretes ou Executantes.
Quer ver de perto como funciona?
Cada inscrição é avaliada individualmente. Respondemos em até 5 dias úteis.
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